A cibercultura é a relação entre as tecnologias de comunicação, informação e a cultura, emergentes a partir da convergência informatização/telecomunicação na década de 1970. Trata-se de uma nova relação entre tecnologias e a sociabilidade, configurando a cultura contemporânea (Lemos, 2002).
O princípio que rege a cibercultura é a “re-mixagem”, conjunto de práticas sociais e comunicacionais de combinações, colagens e cut-up de informação a partir das tecnologias digitais. As novas tecnologias de informação e comunicação alteram os processos de comunicação, de produção, de criação e de circulação de bens e serviços.
Caracterizam a cibercultura três leis fundadoras que vão nortear os processos de re-mixagem, são elas:
2. O princípio de conexão em rede: “a rede está em todos os lugares”, ou como dizia a publicidade de “Sun System”, “o verdadeiro computador é a rede”. Essa lei é o princípio de conectividade generalizada, iniciou com a transformação do PC (computador pessoal), em CC (computador coletivo), com o surgimento da Internet e o atual CC móvel (computador coletivo móvel), era da computação pervagante com a explosão dos celulares e das redes Wi-Fi. Tudo comunica e tudo está em rede: pessoas, máquinas, objetos, monumentos, cidades…
3. Reconfiguração (entende-se a idéia de remediação, mas também a de modificação das estruturas sociais, das instituições e das práticas comunicacionais) de formatos midiáticos e práticas sociais: “tudo muda, mas nem tanto”.
Na cibercultura, novos critério de criação, criatividade e obra emergem, consolidando, a partir das últimas décadas do século XX, essa cultura remix (possibilidade de apropriação, desvios e criação livre), que começam com a música, com os DJ’s no hip hop e os Sound Systems, a partir de outros formatos, modalidades ou tecnologias, potencializadas pelas características das ferramentas digitais e pela dinâmica da sociedade contemporânea.
A cibercultura tem criado o que está sendo chamado de “mídia do cidadão”, onde todos são estimulados a produzir, distribuir e reciclar conteúdos.
As expansões da cibercultura potencializam o compartilhamento, a distribuição, a cooperação e a apropriação dos bens simbólicos.
A área acadêmica também tem se esforçado neste contexto, no que se refere a sinergia das causas tecnológicas e efeitos sociais e vice-versa.
A batalha para conquista do espaço ainda está longe de acabar, porém, os cidadãos virtuais já estão produzindo conteúdos pelos princípios da liberação da emissão, da conexão generalizada e da reconfiguração da indústria cultural, o que parece ser um caminho irreversível.
Citado do site http://discutindocomunicacao.wordpress.com/2007/10/03/o-que-e-cibercultura/
Olá Professor Alexandre, bom dia
ResponderExcluirSou aluno do esquema 1 turma A em Botucatu. Achei o artigo "Cibercultura" muito interessante. O que nos foi dito em sala ontem, nos remete e faz com que adotemos atitudes e técnicas que façam a cibercultura e as diversas formas de interação com nossos alunos. Hoje em dia, conforme vimos no filme, estamos nos relacionando com alunos da geração Z, precisamos fazer com as informações relacionadas as nossas disciplinas cheguem até os alunos, da forma que eles estão mais familiarizados.
Abraços.....até a próxima aula!!!
Bom dia, professor,
ResponderExcluirÉ fato que, a escola lida com livros, texto, papeis, etc.. para o estudo há muito tempo,
Mas há de se considerar que as tecnologias chegaram para ficar e precisamos entender que não estão só para o armazenamento de informações, mas para mediar ou colaborar para novas estratégias de aprendizagem.
Entretanto, somente a experiência e a capacidade de estabelecer conexões, próprias do ser humano, poderão produzir significados, dar sentido à vida, seja com a utilização de uma caneta ou de um mouse. E aí está o grande papel do educador, em saber conduzir a “geração Z” para refletir o uso adequado das mesmas.
Abraços, e até breve,
Carmem
Boa tarde Prof. Alexandre,
ResponderExcluirSou André Bissacot (o atrasado) da Turma B da Licenciatura. O texto nos fala sobre algo que intimamente já sabemos: não há como fugir das tecnologias. Se "correr o bicho pega, se ficar o bicho come". Então o negócio é enfrentar e utilizar da melhor maneira possível as tecnologias, principalmente na educação onde as crianças já nascem informatizadas. Enquanto eu comecei a trabalhar com computadores aos 16 anos, essa geração Z já nasce com eles e aos 4, 5 anos já os dominam.
Abraços e até sábado.
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ResponderExcluirBoa noite, prof. Alexandre
ResponderExcluirO tema da cibercultura, além de atual é de extrema importância no mundo da educação. Concordo com os comentários acima, mas não podemos esquecer que em muitos cursos técnicos temos o encontro de todas as gerações, baby boomers, geração X, Y e Z. Esta situação é frequente no curso em que atuo (Administração). Surge então um grande desafio aos educadores, como inserir as pessoas que não tem tanta afinidade com as atuais tecnologias sem assusta-los e sem nos tornar cansativos para as novas gerações.
Boa Noite Professor,
ResponderExcluirSou o Felipe Piere, Turma B de Botucatu.
Nós educadores nos adaptamos ao uso das novas tecnologias para poder atingir nosso público alvo, alunos sedentos pelo uso da tecnologia e suas facilidades. Geração "Z".
Porém estamos formando pessoas que irão atuar em um mercado competitivo, o vídeo apresentado em aula nos mostrou a nova forma de relacionamento entre esta geração, que é feita através de redes sociais, intangíveis, algo virtual que não promove o contato direto entre várias pessoas. Sabendo que as empresas, principalmente as tradicionais conservam uma cultura organizacional clássica, onde o uso de meios de comunicação como MSN, Twitter, são bloqueados e até discriminados como uma forma de "vadiagem" no trabalho, precisamos criar um ponto de equilíbrio onde o aluno consiga entender as diferentes formar que as organizações atuam e as relações desenvolvidas entre as pessoas das empresas, para que possam se adaptar aos sistemas organizacionais e usar essa facilidade com os novos meios de comunicação, como um diferencial competitivo, ganhando uma posição de destaque e quebrando velhos paradigmas.
Bom dia pessoal, sou a Samira (turma B). Espero que todos tenham feito boa viagem de volta.
ResponderExcluirBem, como primeiro comentário quero destacar e corroborar o que a colega Érica postou. Também trabalho no Curso de Administração e o perfil dos alunos é exatamente o que ela escreveu: o encontro das gerações (Z, Y, X e Baby boomers). Neste sentido, somos desafiados a criar situações que motivem todos esses alunos. Acredito que aí vale o que a professora Estela nos falou: delegar certa responsabilidade ou tarefa para aquele que não tenha tanta familiaridade com o tema ou a mídia a ser utilizada. É uma saída, mas não a única.
Abraços a todos.
Samira
Oi pessoal, eu de novo.
ResponderExcluirGostei muito deste artigo professor. Vários trechos me chamaram a atenção, mas quero destacar esse: “A cibercultura tem criado o que está sendo chamado de “mídia do cidadão”, onde todos são estimulados a produzir, distribuir e reciclar conteúdos”. Para que a cibercultura seja (de fato) o mundo dos nossos jovens no qual eles realmente sejam incluídos e façam parte, é necessário que saibam ler nas entrelinhas e que nós, educadores, favoreçamos uma aprendizagem significativa, abandonando tarefas mecânicas, sem sentido. Produzir, distribuir e reciclar conteúdos de modo que o sujeito seja mesmo um cidadão só pode ser feito se ele usar a leitura e a escrita para se comunicar com o mundo. O jovem deve se apropriar da leitura e da escrita como ferramentas essenciais do progresso cognoscitivo e de crescimento pessoal (LERNER, 2002), ou seja, para fazer parte de uma cultura, ou ainda, de uma cibercultura, é primordial desenvolver a competência leitora e escritora. Neste sentido, temos a importância de organizar situação de aprendizagens nas quais seja exigido do aluno momentos de leitura (silenciosa, compartilhada) e de escrita.
LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Abraços
Prezado Professor,
ResponderExcluirA tal re-mixagem deve ser observada com carinho. Notório é que todo esse processo não tem mais volta. Entretanto, como educadores, devemos otimizar a tal re-mixagem para uma linha de pensamentos a qual as novas gerações, sendo elas a “y” e “z” deixam de lado em favor das novidades, ou seja, pouco se observa o já criado, digo, captamos o básico e já alteramos conforme nossas necessidades.
Creio que as gerações passadas, ainda podem e devem contribuir muito com todo esse processo, que pelo contrário, sem essa devida observação, poderemos produzir o já produzido, e assim “horizontalizar” cada vez mais o conhecimento, que no meu modo de ver, isso passa a ser perigoso nos dias atuais.
Um abraço e até a próxima aula.
Adalberto - Jaú
Bom dia Professor,
ResponderExcluirO grande desafio de nós professores é interligar nossa disciplina com "o mundo, a vivência" dos nosso alunos e a cibercultura é ponte para este desafio. Estas gerações novas precisam de estímulos para aprender, então precisamos em nossas aulas mesclas situações que una o conteúdo a ser ministrado com essa realidade, usando recursos como dinâmicas e instrumentos informatizados.
Andréia Villen Turma B de Botucatu
Olá Professor. Sou aluno do esquema I, não sei de que turma sou, pois faltei na aula passada, mas já me passaram as atividades a desenvolver. Em relação ao tema Cibercultura, vejo que hoje devemos sim acompanhar as tecnologias, senão, não acompanharemos o ritmo da mundo globalizado em que vivemos. Tenho a certeza de que muitas coisas essa era cibernética deixa a desejar, principalmente o relacionamento pessoal, o contato, e muitas outras coisas, por outro lado temos a praticidade de termos tudo ao nosso alcance, o poder de compra, o ensino, a cultura (em partes). De qualquer forma, não tem jeito de escapar dessa era.
ResponderExcluirBom dia professor e colegas
ResponderExcluirNão tenho nenhuma experiência em sala de aula, pois sou diretor acadêmico, mas participação direta em reuniões (pedagógicas, conselho de classe, de área e planejamento) o que observo é que ainda existem alguns professores resistentes as mudanças quanto ao uso das novas tecnologias, pois também fazem parte da geração baby boomers e suas aulas ficam muito cansativas. o texto é muito interessante e atual e não tem como fugir deste avanço tecnológico. Concordo plenamente com o comentário da professora Érica é inevitável o encontro de todas as gerações nos cursos técnicos, principalmente no eixo gestão e negócios. o grande desafio dos educadores é buscar o equilíbrio das gerações nas salas e aulas sem que aconteça a evasão dos baby boomers com muito uso das tecnologias atuais ou das outras gerações por falta de uso das novas tecnologias.
Um abraço
Bom dia a todos.
ResponderExcluirPenso que a cibercultura é uma ferramenta de aprendizagem, e com uma ferramenta deve ser utilizada com cuidado. Acredito que trabalhar com tecnologia e novos meios de comunicação possam atrair mais interesse dos nossos alunos mais jovens, porém precisamos trabalhar para adequar nossos alunos a realidades que irão enfrentar no mercado de trabalho, que precisa de mão de obra especializada, a geração Z trabalha de uma maneira diferente, se mais ou menos produtivas, ainda não temos esses dados, o fato é que a maioria das empresas não estão adaptadas e receber essa mão de obra Z que não gosta de por a mão na massa (joga futebol, toca gitarra no vídeo game). Precisamos lembrar que formamos mão de obra técnica, industrial agrícola e afins, não só mão de obra gerencial que pode desenvolver seu trabalho atrás de um computador. É preciso cuidado com tecnologia, pois mudança radical é um atestado de que tudo que vinha sendo feito estava errado e a mudança da formação profissional tem de seguir a velocidade do mercado de trabalho e não da sociedade, na hora que a geração Z for dono de empresas quem serão seus funcionários, a idéia é mesclar como vimos no vídeo.
Boa tarde professor e colegas de curso
ResponderExcluirConcordo com os comentários dos colegas quando os mesmos dizem que a cibercultura está ai e veio para ficar,porém,é necessario observar que isto não traz apenas coisas boas,mas também um distanciamento entre pessoas que se relacionam pelo metodo tradicional de ensino,onde professor e alunos fazem um contrato ensino pedagogico e a todo momento ambas as partes são acompanhadas e cobradas para que o ensino possa ser o mais claro possivel.`
É necessário uma integração das novas tecnologias a favor desse processo para que possamos administrar cada vez mais as informações que ora estão sendo utilizadas.
Um abraço a todos
Olá, boa noite.
ResponderExcluirO texto nos mostra a realidade que a cada dia se firma mais em nosso meio. O uso da tecnologia e e a informação 'fácil' a qualquer momento.
Olhando pelo ângulo acadêmico, devemos encontrar um ponto de equilibro, para tratar a nova geração com o cuidado devido e utilizar as ferramentas que estão sendo disponibilizadas no momento, pois não podemos parar no tempo e continuar utilizando somente meios tradicionais de ensino, pois, podemos visualizar como as coisas hoje em dia mudam muito, principalmente se tratando de tecnologias, ficam obsoletas rapidamente, e cabe a nós professores, definirmos esse ponto de equilibro para utilizar da melhor maneira e não ser 'escravo' disso. Há pontos na Cibercultura que com certeza nos beneficiam também. E concordo com a professora Érica, o grande desafio é trabalhar com todos da mesma maneira, disponibilizando o conteúdo e um método de ensino compatível com o conhecimento e habilidade de todos.
Bom Dia,
ResponderExcluirTodos comentaram sobre as gerações, uso de tecnologias, cuidados e etc. Vejo que além de tudo isso que foi comentado e exposto, nós como professores também temos uma função nesse meio de hoje, que é nortear os alunos na filtragem de conteúdo. Somos bombardeados por informações vinda de todos lados, conteúdos diversos sendo produzidos e compartilhados a todo momento, por quem quer que seja. Quem quiser produzir conteúdo, produzirá.
Foi-se o tempo de pesquisas em enciclopédias, hoje é só perguntar ao Google, e pronto; várias páginas sobre o assunto pesquisado vem na tela. Mas o que absorver? O que levar em consideração? O que é realmente importante para mim em determinado momento?
Orientar na filtragem de conteúdo também é nosso papel nos dias de hoje, pois a escolha não é de quem gera conteúdo, mas sim de quem absorve.
Orientar a responder: "O que é realmente importante em um mundo excessivamente informativo?"
Boa Tarde Prof. Alexandre, e Colegas,
ResponderExcluirHoje não tem como estar conectado, a realidade é outra, os tempos mudaram e com ele vieram novas realidades, nos conceitos, novas tecnologias, novas informações, etc... Nos como educadores temos sim que tomar cuidado no que passamos aos nossos alunos em seu norteamento, orientação, mas temos que tomar muito mais cuidado no que ensinamos a eles, pois uma informação errada no sentido de buscada em local não confiável, continuará sendo a mesma informação errada, porem passada para mais pessoas. O porta da Google é bom, claro que é, a Wikipedia é boa, claro que sim, mas cuidado, pois ela é aberta, pode conter desde informações boas quanto ruins ao mesmo tempo.
Bom deixo aqui uma experiência vivida, meu sobrinho de apenas cinco anos acessa a internet para jogar online os jogos educacionais do Iguinho, porta IG. Isso mostra o que as novas gerações já nasceram conectadas.
Bom pessoal, deixo aqui meu comentário, pois sei que temos muito a aprender e ensinar.
Abraço a todos.
Rodolfo Serafim
Bom noite, professor,
ResponderExcluirAs tecnologias realmente são ferramentas muito importantes para nossas aulas, porém como foi mencionado em sala nós trabalhamos com alunos de todas as gerações em uma mesma turma e é nesse ponto que começam nossos problemas. Como fazer com que atinjamos a todos da mesma maneira através do "ciberensino". Esse é o nosso desafio!
Janaína
Boa noite, colegas de sala, e Prof. Alexandre
ResponderExcluirA opinião de vários colegas à respeito do tema são pertinentes, muito bem observadas e justificadas.
Mas o que podemos então deduzir?
* A Cibercultura é uma realidade, não uma tendência, pois faz parte da formação dos alunos (das gerações Y e Z), e faz parte da formação profissional dos babyboomers (a tecnologia avança em diversas áreas do conhecimento humano) e da geração X (até mais influenciável ainda). Ela veio sim para ficar (colegas Érica, Amauri e tantos outros que justificaram, e muito bem, este fato).
* O acesso à informação é algo que foi banalizado nos dias de hoje. Jornais on-line, bibliotecas virtuais, museus virtuais, leitores RSS, blogs, enciclópedias on-line (quem não lembra de fazer trabalhos escolares utilizando a Barsa?) denotam um fato: acesso à informação é fácil, prático. A questão é: o que de conhecimento está sendo agregado? Muitas vezes o aluno sabe usar os recursos, mas não vê aplicabilidade nele.
Então, qual é o papel dos educadores neste novo universo digital, em pleno século XXI? Ser orientador? Com certeza, o Rodolfo foi muito feliz na colocação. Precisamos orientar, preparar o aluno para o uso destas ferramentas, como parte de seu dia a dia.
Estas ferramentas (redes sociais, mensageiros instantâneos, jogos on-line) são excelentes do ponto de vista didático e educacional, desde que focadas de maneira apropriada.
A tecnologia afasta e aproxima ao mesmo tempo? Sim.. mas temos o contato, temos a sala de aula, para uma aproximação com o aluno. Temos as redes sociais, para integrar alunos, disseminar informações e fomentar a busca por conhecimentos, por parte dos alunos.
Estas ferramentas são plenamente aplicáveis, desde que estejamos preparados, conheçamos o potencial e a aplicabilidade de cada uma delas, de acordo com o eixo tecnológico da área à qual atuamos, e do campo de conhecimento específico de cada componente curricular. E também, que saibamos as afinidades de cada um de nossos alunos (geração X, Y, Z...). Já tive a experiência com alunos tímidos em sala de aula, mas participativos e ativos com uso de tecnologias. Temos que saber o ponto certo de cada um deles, e também, o nosso.
Luiz Angelo
Turma B, Fatec Botucatu
Um dos pontos mais interessantes em relação à Cibercultura é o seu suporte a Inteligência Coletiva, através de sistemas colaborativos (groupwares), que possibilitam a todos que estão conectados receberem e também compartilharem conhecimento.
ResponderExcluirPara Pierre Levy o papel do professor não é mais o de difundir conhecimento, já que outros meios são mais eficazes nessa tarefa, o professor deve incentivar a aprendizagem e o pensamento, atuando na gestão e acompanhamento de seus alunos.
Admirável Mundo Novo esse no qual não é preciso mais aguardar pela publicação de uma revista para ler uma reportagem sobre um assunto de seu interesse que aconteceu em algum lugar do planeta. Não há mais esse atraso, nem esse e nenhum outro. Sinceramente, é tudo que eu mais desejei nessa vida, por isso sou tão apaixonado pela Computação, e isso não tem nada a ver com a tecnologia, pois tecnologias são descartáveis, é o acesso que realmente importa.
De todas as possibilidades oferecidas pelo ciberespaço, a democratização do saber é a mais poderosa, colocando um fim no monopólio da informação até então exclusividade do 4º poder.
Termino com o parágrafo inicial de um texto magnífico do grande John Perry Barlow (Declaração de Independência do Ciberespaço, segue abaixo o link do texto integral a quem interessar):
"Governos do Mundo Industrial, vocês gigantes aborrecidos de carne e aço, eu venho do espaço cibernético, o novo lar da Mente. Em nome do futuro, eu peço a vocês do passado que nos deixem em paz. Vocês não são bem vindos entre nós. Vocês não têm a independência que nos une".
http://www.cultura.gov.br/site/2006/10/23/declaracao-de-independencia-do-ciberespaco/
Márcio J. Morais, Esquema 1
Turma A
Olá professor e colegas.
ResponderExcluirNão podemos mais voltar atrás e temos que nos adaptar às tecnologias, encontrando meios para inserirmos todas as gerações de alunos em uma mesma sala de aula.
Bom dia professor e colegas. Sou da turma B de Botucatu. Estou afastada de sala de aula desde 2006, para responder pela Diretoria de Serviços - àrea Administrativa. Não deixo de participar das reuniões pedagógicas e conselho de classe, pois vejo a necessidade de me inteirar dos acontecimentos da escola. Percebo que em nossa Unidade, existem todas as gerações (BB, X, Y e Z). O desafio para os docentes, é muito grande para conseguir entender e ser entendido por todos, pois alguns alunos têm dificuldades com a tecnologia e outros possuem mais conhecimento que do que os próprios professores (geração Z).
ResponderExcluirO dia-a-dia, trona-se um verdadeiro aprendizado para todos, pois a cada inovação, nos vemos estimulados a aprender e não ficarmos "desatualizados".
Olá Professor Alexandre,
ResponderExcluirConforme meus colegas já manifestaram em seus comentários, ninguém questiona que todo esse aparato tecnológico colocado à disposição da humanidade chegou pra ficar, no entanto, não devemos olvidar de que, não adianta possuir todo o tipo de tecnologia disponível, mas não saber utilizá-la, ou pior, utilizá-la de forma vulgarizada, e, infelizmente, é o que temos visto acontecer atualmente. Crianças aprendem facilmente a manusear um computador, mas estão se tornando incapazes de realizar uma leitura de contos, ou a escrever simples frases sem erros ortográficos, adultos realizam transações de extrema complexidade através da "rede", mas não se dão ao trabalho de utilizar o vernáculo corretamente. (Sem contar a miríade de gírias intrínsecas nas mais simples frases).
Por estes e outros motivos, acredito que, infelizmente, essa tecnologia tomou o mundo de assalto, e, na ânsia de acompanhar o seu desenvolvimento, as pessoas estão muito preocupadas em utilizar toda essa tecnologia para buscar INFORMAÇÃO, deixando em segundo plano, aquilo que deveria estar no centro de nosso interesse, que é o acúmulo de CONHECIMENTO, acúmulo este que necessita de empenho e dedicação, cujo alcance prescinde de fórmulas mágicas ou atalhos cibernéticos, independente da geração (X, Y ou Z) que o esteja buscando.
Boa tarde professor e colegas de curso.
ResponderExcluirO tema da aula e do texto é pertinente e como os colegas mencionaram, "sem escapatória".
O grande desafio dos educadores é a utilização desta "enxurrada" de tecnologias. A metodologia e a filtragem são essenciais; nas escolas técnicas temos alunos e educadores de todas as idades, muitos resistentes a inovações, alguns abertos demasiadamente.
Seria impossível uma reforma na educação (e da mentalidade de alunos e educadores) do dia para a noite, entretanto é importante encontrar um ponto de equilíbrio onde os educadores consigam utilizar as tecnologias disponíveis no mercado, de acordo com público alvo.
O desafio é mais complicado do que aparenta. Deve ser levado em consideração a faixa etária dos estudantes, classe social, e outros aspectos sociais e pessoais.
A revolução tecnológica (e tecno-social) não é novidade e provavelmente sempre estará em constante mudança devido aos avanços do nosso planeta, devemos entendê-la e encontrar o elo de ligação entre tecnologia->educador->aluno->tecnologia....
Alexandre Giraldella
Turma B.
Boa tarde a todos
ResponderExcluirO texto nos mostra que, necessariamente o acesso as informações está na cybertecnologia e que esta vem evoluindo de forma dinâmica e irreversível. Devemos sim utiliza-la como instrumento de aprendizagem, porém é importante evidenciar que o conhecimento não pode ser de máquinas e aparelhos e e sim do ser humano. Experiências são o caminho do saber e este deve ocupar nossas mentes e a dos nossos alunos e experiências postadas na "CC" não deverão nortear a conduta, o conhecimento e a vida de pessoas, cada individuo deve realizar suas experiências, seja pessoal, acadêmica , científica, etc... Então utilizemos a tecnologia a nosso favor como instrumento e não de verdade absoluta e incontestável.
Prof.Alexandre e caros colegas, boa tarde.
ResponderExcluirEu, como professor da área de tecnologia da informação e comunicação, defendo que os recursos tecnológicos devem ser aproveitados como meios de construir, disseminar e aprimorar o conhecimento, auxiliando o aprendizado do aluno no decorrer do curso. Essas tecnologias se bem aproveitadas são de grande valia tanto como instrumentos de apoio didático como ferramentas de desenvolvimento e divulgação de conteúdo, além das tecnologias on-line de construção colaborativa de conteúdos.
Porém temos que ver alguns recursos tecnológicos com certa cautela, pois o controle sobre a correta utilização desses dispositivos em sala de aula, pelo professor, é bem limitado, propiciando a dispersão dos mesmos. Mas, se bem administrados, tais recursos tendem a garantir uma aula mais interativa, com conteúdo mais dinâmico e atualizado, sendo o conhecimento do professor uma base para consolidar ou contrapor as informações.
Roger C. Gomes
Turma B - FATEC Botucatu
Saudações !
ResponderExcluirVivemos em um mundo onde as incertezas nos afligem diariamente, mas a única certeza que podemos ter é a mudança, a reengenharia a evolução dos processos. Temos que atuar mais rápidos, melhores preparados e mais flexíveis as mudanças. Não é fácil, dá trabalho, nos consome física e mentalmente.
Admirável mundo novo, cheio de facilidades (para os mais novos). O que seria deles se não existisse a tecnologia. Hoje um aluno conseguiria sem os recursos existentes fazer seus trabalhos, pesquisas e se divertir. Temos um desafio de educar e contextualizar essa nova geração. É a geração da era da Informação, mas muito desinformada.
Cabe a nós educadores, emigrantes da tecnologia, cativar os nativos dela.
Um abraço a todos.
Emerson C. S. Ferrasi
Esquema I - Botucatu/2011
Turma A
Boa noite a todos,
ResponderExcluirDevemos manter viva a forma de educação, ou seja, fazendo um paralelo, veja o princípio de funcionamento do rádio é o mesmo desde que foi inventado, o primeiro foi á válvula, hoje já cabe na ponta de um alfinete. Isso é tecnologia. Mas o princípio não se alterou. O mesmo aconteceu com a informação.
A Internet é uma janela para o mundo, pode-se conhecer de tudo desde boas informações até inverdades, A tarefa do educador é sensibilizar o aluno a discernir entre o certo e o errado. E usar esta ferramenta que disponibiliza informações a(WWW)para causar reflexão; para que o aluno diga em seu interior a pergunta essencial “porque é assim? E buscar a resposta, pois neste mundo globalizado ela evolui constantemente.
Em contra partida o educador tem que estar em constante pesquisa para usar as várias ferramentas atuais entre elas a Cibercultura e com elas explicar conceitos fundamentais nas diversas disciplinas.
Boa noite a todos.
ResponderExcluirBom acredito devemos analisar cada curso de uma maneira individual, pois o aluno de informática (geralmente geração Y ou Z) por exemplo tem um perfil completamente diferente de um aluno de eletrotécnica(geralmente BB,X e Y), não como a geração que esta presente nas salas de aula, mas da maneira como serão cobrados pelo mercado.
Um deve ter uma formação para trabalhar diretamente integrado ao mundo virtual onde tudo muda muito rápido e há uma necessidade de informação e atualização muito maior, o outro será cobrado e deve desenvolver muito o cálculo e habilidades com circuitos e motores, terá com muito mais frequencia que consultar catálogos e manuais impressos, e por mais que a informação e cultura estejam informatizadas, na maioria das vezes a informação que ele vai precisar como profissional ainda em forma de livros, manuais e catálogos impressos por norma e para falicitar o trabalho em campo.
Precisamos sim estar com um pé em cada mundo, mantendo a aula o mais interessante possível, mas sempre antenados a realidade atual do mercado de trabalho, e a eficácia de nossas aulas.
Vinícius Bardella
Turma B - FATEC Botucatu
Boa noite pessoal,
ResponderExcluirEntendo o conceito de cibercultura como a forma sociocultural que espelha-se na relação de trocas entre a sociedade, englobando a cultura e as novas tecnologias de base, onde destacamos as comunidades como propulsoras da popularização da internet por exemplo, além de outras tecnologias.
Boa noite a todos.
ResponderExcluirPenso que com a evolução da Internet, a Web 2.0, possibilitou que os usuários pudessem criar e editar seu próprio conteúdo na web, divulgando sua comunidade, sua cultura, seus pensamentos e opiniões sobre o mundo atual, isso é Cibercultura. Essa troca de informação entre povos de diferentes pensamentos, culturas e costumes, permite a socialização e inclusão de grupos de pessoas, antes longe do mundo virtual.
Mas com tanta liberdade para inserir informações na web, a qualidade das informações disponíveis pode ser um "desserviço" no processo de ensino-aprendizagem dos alunos. O papel dos educadores é orientar sobre o uso dessa importante ferramenta de troca de informação. Além do conteúdo, muitas vezes impróprio, os alunos estão sujeitos a terem problemas como falta de concentração, problemas de leitura e interpretação, falta de criatividade, ansiedade, e demais problemas como o cyberbulling.
A Tecnologia pode e deve ser usada para ajudar a construir o conhecimento dos alunos, mas sem um controle na forma de se utilizar, ela poderá atrapalhar na formação intelectual dos jovens atuais.
Att.
João Paulo Lepinsk
Escola de Minas - Itapeva
Boa noite a todos!
ResponderExcluir" A cibercultura é uma forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias."
A cibercultura esta presente em nossas vidas diariamente, mesmo que alguns de nós nem sequer percebam isso. Os serviços via internet,os telefones celulares com acesso as redes sociais e consequentemente a inúmeros serviços, são um bom exemplo.
A dita geração "Z" praticamente já nasceu com essa tecnologia a sua disposição.Isso por vezes causa alguns problemas, principalmente na relações sociais.
Nós como educadores devemos encontrar um ponto de equilíbrio entre as novas tecnologias disponíveis e o grande conteúdo na internet ( que deve ser utilizado com um bom filtro ), com o método tradicional de ensino, procurando extrair o que existe de melhor em ambos, ou seja um completando o outro.
Como assistimos no filme em sala de aula, o encontro entre as gerações é inevitável, tanto no meio acadêmico, como no meio profissional, e portanto temosa que utilizar o bom senso para obter uma convivência pacífica e produtiva para todos.
Jayme Nogueira - turma B - Esquema 1 -Fatec -Botucatu
Prezado professor Alexandre
ResponderExcluirMuito oportuno o tema lançado no blog, cibercultura, pois todos nós diretamente ou indiretamente vivemos no universo da cibercultura.
A tecnologia flui de maneira automatica em nossos cotidianos, nos mais diversos ramos, financeiro, economico, social, desde as atividades mais simples como utilizar o cartão de débito ao efetuar uma compra até quando fazemos uso dos nossos equipamentos eletronicos, computadores, notebooks, netbooks, palms etc, objetivando atingir um resultado especifico de maneira rápida e eficaz.
Algumas atividades atualmente na imensa maioria das vezes dependem exclusivamente do recurso tecnológico, como transações bancárias, declaração de imposto de renda, inscrições em concurso público e outros. É o meio troca reciproca de informações e cultura da sociedade moderna.
Portanto, a aula de cibercultura explanada em sala foi de importancia impar para a formação dos futuros professores da área tecnológica, pois além de chamar atenção de quantas ações tecnológicas praticamos em nosso cotidiano, ainda serviu para vislumbrarmos uma nova maneira de ministrar aulas, despertando o interesse dos alunos com a utilização de ferramentas da cibercultura, como blogs em beneficio da disseminação da cultura!
Professor Alexandre, parabéns pela iniciativa e pelo excelente blog!
Abraços,
Simone P. A. Montanha
Bom dia a todos
ResponderExcluirAlan Sales Aluno Esquema I
Bom infelismente no Brasil o acesso a tecnologias seja ela de informática ou em outros bens de consumo, estão na mão de poucos,
como fazer com os jovens que não dispõem destas tecnologias, uma vez que o acesso por muitas vezes não são possíveis, ficarão excluidos da sociedade? Muito se fala de cibercultura mas isto é para quem tem condições finaceiras, é de suma obrigação dos orgãos públicos, assim como governos e professores direcionar estes alunos ao acesso das tecnologias disponíveis, uma vez excluído desta nova era as oportunidades futuras se comprometerão. Como será o futuro destes jovens?
bom dia caros colegas e caro professor Alexandre!
ResponderExcluirO texto me chamou muita atenção, principalmente pq me fez repensar o conceito de capital simbólico. Antigamente uma pessoa era valorizada pelo número de livros q constava em sua biblioteca particular. Hj, essa mesma pessoa é valorizada pelo número de publicações ou pelos vários seguidores que ela tem em seu twitter, blog e outras redes sociais virtuais. Acrescento a palavra Virtual à redes sociais pq a idéia de redes é justamente a interação pessoal entre vários indivíduos -realço: interação pessoal. Os jovens hj estão conectados o tempo todo e em tds os lugares e com tds as pessoas. Acredita-se que eles estão interagindo, produzindo. Mas será que não está acontecendo uma inversão de valores??? A internet q primeiramente surgiu para aproximar as pessoas, hj, as afasta mto mais. A internet q surgiu para aumentar a solidariedade está,ao contrário, muitas vezes rompendo os laços tradicionais e construindo outros, mais frios, mais distantes...
é fato q a conectividade tem muitos pontos positivos, como este vivido agora,onde nós nos encontramos para debater assuntos de educação. Mas há de se tomar cuidado: queremos produzir grandes debates e maiores distâncias ou grandes debates e maior calor humano???
abraços... Juliana Corvino (turma B)
Acredito que o ciberculturismo veio para ficar, apesar de ele gerar um o distanciamento físico entre as pessoas, muitas vezes dentro de um mesmo recinto, mas mesmo com esse "distanciamento" as pessoas continuam conectadas umas com as outras através de mensageiros instantaneos, redes virtuais, blogs, fotolog, etc.
ResponderExcluirUma grande vantagem são as facilidades que o ciberculturismo gera, como a facilidade em encontrar as produtos e informações que necessitamos, hoje nem para fazer a compra do mês precisamos sair de casa, já podemos comprar verduras e legumes diretamente pela internet.
Boa tarde Professor
ResponderExcluirNós como educadores devemos estar sempre ligados a tecnologia,de forma a auxiliar, afim de cada vez mais propiciar aos nossos alunos, novas formas de ensinar, promovendo uma aula mais interativa e produtiva. Porém, principalmente nos cursos técnicos publicos, estamos diante de alunos de todas as gerações (X, Z e Y). E exatamente por essa mistura de gerações....o que para um é muito simples, para outro é algo totalmente ou parcialmente desconhecido.E é nossa meta inseri-los, para que todos obtenham o mesmo aproveitamento
Prof. Alexandre e demais colegas bom dia!!!
ResponderExcluirNo meu ponto de vista devemos repensar nossa metodolgia de ensino em caráter urgente, buscando uma mediação entre a tecnologia e o ensino tradicional. Não podemos nos esquecer que novas gerações ainda estão por vir e cabe a nós educadores buscar uma interação/convivencia maior com elas.
Bom dia, Professor Alexandre e colegas!
ResponderExcluirChegamos ao limiar de mudanças tecnológicas a todo instante. A amplitude desses passos rumo ao novo dentro do sistema de ensino, deve ser administrada pelo educador. Ninguém quer travar a marcha do progresso. Há alunos de caracteres diferentes. Não vamos corrigir o mundo, mas podemos iniciar mudanças. O quadro que se apresenta hoje é resultado de ações passadas.
Rogério B. Camargo - TURMA A
Boa noite a todos!
ResponderExcluirEmbora essas tecnologias sejam importantíssimas no processo evolutivo/tecnológico e auxílio na comunicação e transformação do conhecimento, observo a dificuldade dos alunos babyboomers e a falta de paciência, característica dos Y e Zs em realizar pesquisas de forma adequada e em sites de conteúdo científico. Daí a importância do professor em auxiliar o aluno e promover o discernimento no reconhecimento destes sites e, assim, favorecer a aprendizagem coletiva.
Carolina Criscuolo - turma A
Bom dia a todos,
ResponderExcluirEsses dias estava lendo uma matéria que saiu na internet que falava que o professor de hoje, além de incentivar o aluno à educação, ele deve também ser um "animador de platéia".
Ser professor de curso técnico hoje em dia é um desafio, pois você conta dentro de uma mesma sala de aula, com alunos babyboomers (interessadíssimos nas aulas e no conteúdo teórico), geração X (interessados na práticidade daquilo que é comentado nas aulas), geração Y (interessados em recusos adicionais, como vídeos, slides animados etc) e geração Z (alunos extremamente ativos, falantes e que conseguem assimilar tudo o que está sendo passado, mesmo sem prestar muita atenção no que está sendo falado)
Partindo dessas diferenças encontradas em sala de aula, confesso a vocês que o professor atual deve sim utilizar dessas "estratégias de animação" para conseguir chamar a atenção de todos e ao mesmo tempo ensinar aquilo que está no conteúdo programado.
Um abraço a todos.
Priscila Pereira da Silva
Taquarituba S.P.
Turma B
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ResponderExcluirBuscar soluções para os efeitos colaterais da Cibercultura , pensando como atua . Sabendo conviver com ela e como fazer o melhor uso possível desse espaço, reconhecendo seus paradoxos, potencialidades e trajetória relacionando com as esferas econômica e políticas tradicionais as quais são premissas para que possamos, se não alcançar, ao menos nos aproximar da lógica real que comanda suas engrenagens. É preciso abandonar o medo e encarar o novo, pois ele já está aí.JULIANA MACHADO-TURMA B
ResponderExcluirBom dia a todos,
ResponderExcluirComo educadores que somos devemos sempre estar atualizados, partindo do pressuposto que devido a nossa experiência já conhecemos parte do passado, devemos então mesclar nossas aulas com o uso do quadro negro com a lousa digital. O ensino ainda hoje não dispensa os métodos antigos e necessita como nunca das novas tecnologias, assim atingiremos todos os alunos e objetivos. Nas salas de aula, no curso técnico em que ministro aulas, existem alunos de 15 a 55 anos, portanto pessoas de todas as gerações. Nós professores devemos conversar com todos e perceber o mundo com os olhos de cada geração, ou seja, ter o "feeling" para direcionar as aulas para um público cada vez mais “cibercultural”.
João G. Vono - Turma A - Esquema 1
Boa tarde professor e colegas!
ResponderExcluirTemos em nossas salas de aula uma diversidade de alunos com nível social, cultural e idade discrepantes. Tenho alunos de 16 a 58 anos, graduados em economia, administração, direito, serviço social e egressos do ensino médio da escola pública.
A grande dificuldade é preparar aulas que atinjam as expectativas desses alunos, e prendam sua atenção. O uso de tecnologias ajuda, e muito.
Assim, a cibercultura pode ser utilizada, mas com parcimônia, pois agrada muito aos mais jovens, nem tanto aos mais maduros e muito pouco aos mais velhos e de menor nível cultural.
Como já foi dito, o nível cultural dos alunos é bem diferente, e os recursos materiais do qual dispõem também. Mesmo as escolas não possuem equipamentos suficientes.
Cabe então ao professor, julgar as necessidades dos seus alunos e utilizar-se dos recursos disponíveis, para atingir os seus objetivos.
A cibercultura ainda não é a nossa realidade, mas não há dúvidas que caminha a passos largos para se tornar.
José Eduardo Carrara
Turma A - Botucatu
Olá pessoal
ResponderExcluirSou Assistente Técnico, e por enquanto não estou lecionando, mas acompanho as Reuniões Pedagógicas, de Conselho,etc, da minha escola, e observo diariamente o choque de gerações que temos em sala de aula com os alunos e com os professores.
Gostei muito do comentário do Professor Márcio onde ele colocou que " o professor deve incentivar a aprendizagem e o pensamento, atuando na gestão e acompanhamento de seus alunos", pois acredito que hoje a grande questão é... como incentivar a aprendizagem onde em uma mesma sala se encontra todos os tipos de geração que apresentam ideais de aprendizagem diferentes?
Creio que muitas das dificuldades se iniciam com os professores "BB", como já mencionado pelo nosso colega José Luiz, atualmente temos um projeto em nossa escola que nasceu da necessidade de professores e funcionários manterem-se atualizados quanto às novas tecnologias, onde buscamos incentivar e propiciar o aperfeiçoamento de conhecimentos e habilidades na área de informática , transformando isso em uma nova ferramenta de trabalho e um instrumento de aperfeiçoamento das aulas, a grande dificuldade que encontramos é fazer com que os professores mais antigos recebam bem essas novas tecnologias, pois muitos ainda estão presos as aulas "giz, lousa e saliva".
Ingrid de Souza Santos
Turma A
Prezados Professores, boa noite!
ResponderExcluirSou professor há apenas um ano e meio e deste o início de minha carreira como docente percebi o grande desafio de trabalhar com várias gerações, várias culturas e costumes diferentes em uma mesma sala de aula.
Isso traz ao professor um desafio muito grande, pois a comunicação utilizada para atrair a atenção de uma parte da sala não atrai a atenção dos outros. É preciso mesclar e diversificar os instrumentos utilizados para prender a atenção de todos e garantir que os alunos desenvolvam competências relacionadas ao componente trabalhado.
Na minha visão o mudou foi a forma que as pessoas compreendem as coisas e a velocidade com que as informações são assimiladas. Considero um erro acreditar que o professor precisa dominar todas as funcionalidades dos aparelhos utilizados por seus alunos, ou utilizar os mais sofisticados equipamentos informatizados para ministrar uma boa aula.
A meu ver a grande transformação que está ocorrendo é na forma que as pessoas se comunicam e as transformações culturais que chegam com esta nova forma de se comunicar. Tudo está online, a velocidade da informação é o que movimenta o mundo e traz grandes fortunas para uns e grandes prejuízos para outros, dependendo da forma que a informação foi interpretada. As necessidades e os desejos mudaram. Os milionários atuais já não são aqueles que batalharam toda a vida, iniciaram com um pequeno negócio e foram crescendo gradativamente, e sim aqueles que tem grandes ideias e as colocam em prática com maior velocidade.
Toda esta velocidade tornou a geração nativa da era tecnológica muito rápida e muito prática. Eles não querem esperar para obter resultados, mas isso não quer dizer que não gostam de desafios. Um grande exemplo disso são os brinquedos utilizados por eles. Exigem estudo, raciocínio e envolvimento para que uma fase seja superada ou que um prêmio seja ganho. Acredito que o aluno que vive neste mundo não irá se interessar por uma aula simples, cheia de teorias que ele não encontre sentido.
Porém se este mesmo aluno for desafiado a construir algo que lhe ofereça níveis de dificuldades parecidos com seus jogos e exija envolvimento, estudo e dedicação, envolvendo equipamentos sofisticados de informática ou não, obterá resultados. Agora é um erro acreditar que apenas o computador ou um data show trará para os alunos estes desafios, pelo contrário, pode desanimar a sala dependendo da forma que os recursos são utilizados.
Talvez a maior missão do professor não seja entender e utilizar aparelhos sofisticados e sim em tonar o aluno protagonista de seu aprendizado fazê-lo refletir criticamente sobre o mundo que o certa e a tecnologia que ele utiliza através de aulas criativas e desafiadoras.
Não que eu seja avesso aos equipamentos de Informática, pelo contrário, a tecnologia está inserida em minha vida e a utilizo em sala de aula, no trabalho. Porém acreditar que isso é suficiente é um tremendo engano.
Boa tarde a todos!
ResponderExcluirAtravés dos textos e das aulas ministradas pelo prof. Alexandre, podemos perceber que a tecnologia é muito mais do que uma aliada em sala de aula, mais um elemento que integra a nossa própria cultura. Por isso a missão do professor se transforma para atingir seu melhor escopo: ser um incentivador de idéias dentro dos parâmetros sugeridos pela ética!
Abraços!
Mariângela - Licenciatura - Turma B
FATEC - Botucatu.
É preciso nos adquar as novas mudanças e preparar mostar o mehor caminho possivel com a invasão da tecnologia no meio educacional, tambem mostrar que varias gerações possam trocar o conhecimento, já que a tecnologia é uma realidade irreversivel e cada vez mais presente na sala de aula
ResponderExcluirProf. Alexandre; boa tarde.
ResponderExcluirCibercultura é um tema de extrema importancia na educação atual. Onde há uma misegenação de cultura como foi postado nos demais comentários com essas novas gerações X;Y;Z.È a nossa realidade de sala de aula onde temos os três grupos acima citado. Neste momento acontece um grande desafio para nós os educadores.Pois existe os extremos n´s temos que inserir as geraçoes que não tem afinidade com a tecnologias com as que se sentem um pouco mais a vontade com o assunto e os que realmente tem todas as habilidades com elas.Tem que haver uma integração e interação sem que haja um grande impacto para essas gerações X;Y.
E nós educadores temos que nos adaptar ao uso dessas novas tecnologias para conseguirmos atingir esses tres tipos de publicos ou seja essas três geraçoes.
Retificando prof. a mensagem acima foi postada por Karina de Cassia Lopes Savedra aluna da turma A ,Esquema l Botucatu
ResponderExcluirBoa Noite a todos,
ResponderExcluirApós a leitura do texto e dos comentários chego à conclusão de que a utilização da cibercultura dentro da sala de aula inclui muito mais do que o uso da tecnologia, a complexidade passa pelas gerações (BB, X, Y e Z), classes sociais além da capacidade individual de absorção e filtragem da informação.
O que fica claro é que as varias gerações não estão somente entre os alunos, mas também entre os educadores tornando o assunto ainda mais complexo. Pois existe uma parcela significativa que por ignorância não conhecem as funcionalidades e benefícios da utilização da tecnologia, ainda não entenderam o significado de globalização, entretanto "ensinam" o conceito.
O mercado de trabalho já está dependente da tecnologia e ignorar isso chega ser burrice. Todos devemos aprender a utilizar a tecnologia de forma que possa atender as novas necessidades das empresas.
O papel do educador nesse contexto deve ser de retirar as tarefas mecânicas e ensinar a utilização dos multimeios de forma inteligente e consciente, individualizando seus alunos e proporcionando um ensino além do conteúdo, mas ensinando como é que se aprende.
Ariadne Spontone - Turma A
Boa Tarde Professor,
ResponderExcluirAs tecnologias realmente são ferramentas muito importantes para nossas aulas,que deve nos auxiliar, afim de propiciar aos nossos alunos, aula mais interativa e produtiva. Porém,como foi mencionado em sala nós trabalhamos com alunos de todas as gerações em uma mesma turma e é nesse ponto que começam nossos problemas.
Esse é o nosso desafio! Porque Cibercultura é uma realidade, não uma tendência.
Rebeca Souza
Turma A
Boa Noite a todos,
ResponderExcluirEm relação ao tema Cibercultura, vejo que hoje devemos sim acompanhar as tecnologias, senão, não acompanharemos o ritmo do mundo globalizado em que vivemos.E nós educadores temos que nos adaptar ao uso dessas novas tecnologias para conseguirmos atingir esses tres tipos de publicos ou seja essas três gerações.
Vamos a este desafio!
Cleusa Assis Turma A
Rodrigo Vasconcellos
ResponderExcluirVejo que hoje é uma necessidade se colocar a par da cibercultura, isto é, da atualidade. Vejo hoje no ambiente online que o professor terá que modificar sua velha postura, inclusive para não subutilizar a interatividade própria do meio. Acredito que no lugar da memorização e da transmissão, o professor deve propor uma aprendizagem modelando os domínios do conhecimento como espaços abertos à navegação, colaboração e criação de forma dinamica.
Então atenção!!!! professores vamos acordar.....
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ResponderExcluirBom dia a todos!
ResponderExcluirHoje é imprescendível estarmos preparados para esta realidade na qual estamos inseridos, os nossos alunos, na grande maioria, nasceram imersos na tecnologia e nos comos educadores precisamos nos adptar a essas transformações tecnologicas que ocorrem continuamente na educação.Nosso papel será o de encontrar o ponto de equilibrio entre o metódo tradicional e a tecnologia dentro de uma sala de aula, conforme é claro com o público alvo.
Jair Fernando Damato
Turma A
Boa noite,
ResponderExcluirNão sou professora, mas entendo perfeitamente a luta que esses profissionais passam para preparar uma boa aula, é como os meus colegas comentaram, o encontro das quatro gerações (X, Y, Z e babyboomers) dentro de uma sala de aula é um desafio pra eles, ai é que entra a inovação diante das aulas, as estratégias para prender a atenção desses alunos de modo que ele consiga absorver o maximo do que está sendo lhe passado.
Bom dia a todos.
ResponderExcluirTendo lido os comentários acima, e levando em conta não somente a sala de aula, a tecnologia hoje disponível, mas o outro lado da história, enquanto exercendo a função de contratante de alguns de meus próprios alunos, consigo visualizar uma realidade bastante interessante e que confirma o que a maioria já sabe: os BB não querem se adaptar às novas realidades que estão surgindo, incluindo alguns companheiros de chefia ou de gerência dentro das empresas.
Isso resulta em rápidos avanços de alguns grupos que conseguem também mesclar a contratação de profissionais técnicos novos e "mais experientes", enquanto que outros grupos que se consideram mais conservadores, não tem a mesma desenvoltura no mercado atual tão competitivo.
O comentário feito sobre a marginalização do uso de tecnologia em algumas empresas ou ambientes, tem bastante a ver com o perfil dos funcionários contratados e treinados para tal. Se a empresa não quiser investir em tornar claros todos os seus objetivos e compartilhar isso com seus colaboradores, a tendência certamente é que ela será engolida por concorrentes que se utilizam da cibercultura para melhorar seus procedimentos e levar isso como ferramenta, e não como impeçilho.
Abraços a todos.
Manoel Alvaro Guimarães - Turma B
O texto nos mostra as transformações ocorridas na cultura, nas comunicações, nas informações e com isso uma transformação na sociedade como um todo e suas formas de relacionar-se.
ResponderExcluirA educação e os instrumentos de ensino também vêm sendo afetadas por essa revolução tecnológica. O professor que não se vale das tecnologias para aprimorar seu conhecimento e seu trabalho acaba tornando-se obsoleto, pois vivemos uma era onde as novas gerações não conseguem conceber o mundo sem a tecnologia.
Ana Paula
Turma A
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ResponderExcluirBoa Noite!!
ResponderExcluirEntendo que a maior dificuldade dos professores com relação a essa nova cultura,é contextualizar suas disciplinas com as novas tecnologias e concomitantemente atuar perante as diversas gerações.Porém se usada da maneira correta, como ferramenta para construir conhecimento, o ciberensino pode sim ser o primeiro passo para grandes mudanças na educação.
Cibele Enfermeira Bauru
ResponderExcluirBoa Noite!
Com o texto pude ver o quanto a tecnologia esta transformando a humanidade "pois" as praticas,
atitudes, modos de pensamentos e valores estão cada vez mais condicionados pelo novo espaço de
comunicação,fazendo com que a construção de conhecimento seja coletiva, "onde tudo pode" e nós professores não podemos ficar alheios
Olá Prof. Alexandre e colegas
ResponderExcluirBoa noite a todos!
Gostei muito desse texto e aprendi novos conceitos que desconhecia até então. Contudo, achei que vários aspectos deixaram de ser abordados. Acredito até que isso seja exatamente o propósito do blog: deixar lacunas para que nós, alunos do curso, pudéssemos aos poucos complementar e incrementar os textos e as ideias com os nossos comentários.
Um aspecto que gostaria de ressaltar é o da visão paradoxal da cibercultura no que diz respeito a democratização e ao mesmo tempo a exclusão do acesso e do compartilhamento da cultura do tipo "remix". Eu explico.
O lado democratizado, com destaque para a "mídia do cidadão" a que se refere o texto, é o lado em que o compartilhamento dos formatos midiáticos e suas frequentes adaptações, alterações, trocas, complementações e manifestações dos resultados dessas ações, promove e faz surgir um noto tipo de cultura.
O outro lado, o da exclusão, é caracterizado por todas aquelas pessoas que ficam à margem do acesso aos recursos tecnológicos e, portanto, excluídos dessa nova forma de criação e manifestação cultural como é a cibercultura.
Nesse ponto, concordo com o texto. "Tudo muda, mas nem tanto".
Rogério Ferreira Sgoti
Turma A
Essa que para alguns de nós é uma fase de transição, de mudança no modo de viver, para outros é a única forma de viver conhecida. Os avanços nos recursos tecnologicos, em especial ao que se refere a comunicação, tornam a diferente a maneira de viver, incluindo a maneira de aprender e consequentemente de ensinar.
ResponderExcluirA informação oferecida em larga escala, seja pela internet,seja por emissores de rádio e TV tendenciosas a linhas diferentes e não manipuladas para formar uma única opinião, (algumas ainda manipuladas, mas por linhas diferenciadas),desafia o professor, que recebe um aluno que terá meios para comparar o que ele transmite e questionar quando já obtiver argumentos diferentes dos expostos por esse professor.
Essa carga de informações oferecidas ou de fácil acesso, influencia as relações em todos os campos, sejam pessoais sejam profissionais, desafiando todos os membros a também acessá-las.
Um exemplo: Hoje vamos ao médico com algumas possibilidades de diagnóstico em mente, e se esse médico não sequer cogita nossas possibilidades, e fala simplesmente que é uma virose(rsrs, não resistí!, desculpem),rasgamos a receita ou a guardamos como prova da incopetência, e vamos a outro médico.
Nossos filhos quando nos pergutam algo, normalmente já têm duas ou três teorias à respeito, não dá mais pra contar a "historinha da cegonha".
É inegável a revolução nos conceitos e práticas culturais da gerações modernas. É exigido, de qualquer profissional, o mínimo de conhecimento e habilidades com os recursos tecnológicos da comunicação.Olhando para o ambiente da educação, mais precisamente, para o do professor,é necessário que este esteja preparado para atender à demanda de sua clientela (alunos).Os alunos, cada vez mais imersos na cibercultura, estarão exigindo uma nova ambiência de aprendizagem. Eles passam a integrar a chamada geração digital e estão cada vez menos passivos perante a mensagem fechada à intervenção. Eles aprenderam com o controle remoto da TV, com o joystick do videogame e agora aprendem com o mouse. Assim eles migram da tela estática da TV para a tela do computador conectado à internet. Estão mais conscientes das tentativas de programá-los e são mais capazes de se esquivar dessa programação. Evitam acompanhar argumentos lineares que não permitem a sua interferência e lidam facilmente com a linguagem digital. Aprendem que deles depende o gesto instaurador que cria e alimenta a sua experiência comunicacional: interferir, modificar, produzir, partilhar.
ResponderExcluirAo professor cabe estar preparado para essa nova realidade cultural.